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A mostrar mensagens de outubro, 2014

Halloween vs Pão Por Deus

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Duas comemorações sensivelmente na mesma data, uma tradicional portuguesa - o pão por Deus , outra - o Halloween , vinda dos   países de lingua anglo-saxónica  (especialmente dos EUA). Hoje em dia, pelo menos no meu ciclo de convivência, parece que se esqueceram do pão por Deus e estão todos mais virados  para o Halloween . Noto isso na decoração das  montras das lojas, nas conversas, nos anúncios das festas, etc.   Ainda há dias o meu filho  dizia-me:" Mãe, este ano quero ir ao pão por Deus e dizer doçura ou travessura!" Isto para dizer que ele já mistura as duas coisas.   As duas festas têm algo em comum,  tem a ver com os mortos ou com os espíritos. Segundo a teria do Halloween acreditava-se que nesta data, os espíritos dos mortos regressavam para visitar as suas casas e também poderiam surgir assombrações para amaldiçoar os animais e as colheitas. Em Portugal este dia também coincide com o dia dos finados, onde ...

O "empurrãozinho" dos pais nos TPC's dos filhos

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Confesso que não me lembrava como se faziam contas de dividir por dois e três algarismos, não me lembrava ou nunca soube. Mas graças à ajuda de uma amiga, consegui reaprender e agora ando a tentar ajudar o meu filho . Com esquemas, cores, explicações, acho que estamos a progredir! Faz mesmo falta o empurrãozinho que se dá em casa, só a escola, a professora, pelo menos nesta matéria, não foi o suficiente! A matemática nunca foi o meu forte, eu tinha e tenho dificuldade em achar sentido para a metemática, mas pelo meu filho, tenho de mudar de atitude!

"Jardins Proibidos" e o drama de duas mães

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Ontem fui até às lágrimas ao ver a novela "Jardins Proibidos", devido ao drama vivido por aquelas duas mães. Uma tem a filha a morrer porque precisa de um coração; a outra tem um filho em morte cerebral. A segunda criança pode salvar a primeira, mas para isso, a mãe teria de consentir a doação do coração. É muito, para se pedir a uma mãe, que vê que o filho ainda respira, que ainda está cá, embora na verdade já não esteja. Uma mãe precisa de tempo para se consciencializar da situação, para se despedir... mas tempo, é o que a outra criança não tem, para esperar. Isto é ficção, mas não posso deixar de pensar que poderia ser real, e ponho-me a pensar que qualquer uma de nós, mães, poderia estar numa destas situações, e isso deixa-me tão triste e desesperada.   Nem mesmo na ficção, o final vai ser feliz para as duas partes, mas que pelo menos seja para uma!