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A mostrar mensagens de setembro, 2021

Dez (10)!

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Obrigada pela compreensão e por aturarem as minhas preocupações, lamentações, stresses... Obrigada pelos conselhos e ajudas.

Meu amor maior, és tu

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Ele não sabe da existência deste blogue que  lhe é dedicado! Não sou de usar as redes sociais para mandar recados, vivemos na mesma casa, posso e prefiro dizer-lhe o que sinto pessoalmente. Ele sabe o quanto gosto dele. Por vezes tenho saudades do tempo que ele era mais pequenino e que era tão meguinho. Agora continua a ser, mas já está mais no canto dele, já não demonstra tanto o que sente. Mas faz parte! O tempo da escola do primeiro ciclo, deixou-me saudades. Ia levá-lo a pé, porque era perto, de mão dada era eu que levava a mochila dele. Despedia-se com um beijinho ou abraço. Sabia que estava bem entregue e protegido. Era tão bom! O tempo vai passando, e a melhor coisas da vida é poder acompanhar o seu crescimento, quer a nível físico, quer intelectual. Ver que se está a tornar um menino tão correto, educado. É tão bom estar presente, acompanhar. Como já aqui disse, eu sou muito preocupada com ele, fico ansiosa sem noticias, mas tento não demonstrar para que isso...

Dois semestres em vez de três períodos

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Vamos lá ver se nos conseguimos adaptar e organizar assim! Digo eu, que como mãe e até ex-estudante,   estou habituada a um sistema que foi igual, por décadas! Ainda não consigo avaliar se este sistema é melhor ou pior. Pelo que entendi, a avaliação só terá dois momentos, e antes tinha três, sendo que o terceiro dava sempre para equilibrar e melhorar as notas! Talvez assim, sabendo que não há terceira oportunidade, se apliquem mais nas duas existentes! Vamos ver como corre!

Bom ANO LETIVO 2021/2022

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Sonhos SEM asas

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O inicio do ano letivo, deixa-me sempre um pouco nostálgica. Durante os primeiros 19/20 anos da minha vida, desejei e sonhei ser , como se dizia na altura, professora de escola primária. Mesmo não tendo um percurso escolar fácil, com muitas regras, privações, proibições, (pressões de quem achava que eu devia era ir trabalhar, mesmo sendo menor) e bullying. Quando era miúda, fui professora a fingir de todos os meus primos mais novos, que moravam perto. Sempre que ia alguém lá a casa com crianças, lá ia eu arranjar papel e lápis e fazer de professora. Entretanto cheguei a um momento em que percebi que não era possível, que tinha mesmo sido só um sonho. Quando vi os outros a concorrer ás universidades, e eu a não poder fazer o mesmo, sofri. Faltou não só dinheiro, como incentivo, apoio. Na altura ninguém me disse que podia arranjar um trabalho e estudar aos mesmo tempo. Mas conformei-me, aceitei! Mais tarde, vieram os filhos das amigas, e se estivesse mais perto, teria também ajudado os s...