O medo que tenho de ele ser atropelado
Um dia destes eu estava toda stressada a sair do trabalho porque queria chegar a tempo de o rapaz não ter de atravessar uma estrada sozinho, porque não tem passadeira e é muito perigosa. E alguém lá no trabalho estava no gozo por isso. Custa-me que não entendam.
Até pode ser um trauma meu, porque fui atropelada por uma mota, em criança. Um trauma que me acompanha até hoje! Mas não façam troça de mim... eu é que sei da minha vida. E ninguém conhece e sabe melhor que as capacidades e as dificuldades que o meu rapaz tem!
Eu já era stressada, mas desde que aconteceu algo trágico na família, fiquei muito mais em alerta. E se poder evitar certos riscos, evito. Há-de chegar o dia que ele terá autonomia para tudo... e já está próximo!

Se até nas passadeiras são atropelados.
ResponderEliminarAinda ontem um cliente do meu patrão recebeu um telefonema a dizer que o filho tinha acabado de ser atropelado numa, quando saiu da escola.
Os miúdos não têm muitos cuidados, esquecem-se dos perigos ou andam distraídos, mas os condutores também não querem saber, primeiro eles, muitas vezes nem cumprem as regras.
A minha filha este ano tem vindo para casa com mazelas, mas é da educação física. Já é a terceira ou quarta vez.
Hoje estavam lá a fazer um jogo em que estava de mão dada com mais 2 colegas, mas um deles virou para o sítio errado, ela caiu e foi arrastada: resultado, mão, joelho e barriga feridas.
Não és nada stressada. Cada pessoa é como é.
ResponderEliminarE vale mais prevenir que remediar.
Pois, é justamente por saber que até nas passadeiras são atropelados, que ainda tenho mais receio. Sim, eles não têm cuidados, são imaturos, despistados. Quando vou levar o meu á escola, vejo miúdos e miúdas a caminharem e a mexer no telemóvel ao mesmo tempo, completamente distraídos... Como é que posso estar descansada!?
ResponderEliminarDa educação física o meu vem é com dores musculares, principalmente nas pernas...
Justamente, eu estou sempre em modo prevenir...
ResponderEliminarConhece-o bem, talvez por excesso de proteção, ele não esteja ainda capaz de andar sozinho pelas ruas sem passadeiras e sem passeio. Mas há de lá chegar, se não chegar aos 12, chega aos 13 ou aos 14. Tem tempo!